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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A ARTE DE DESAPAIXONAR

 A natureza humana é um tanto curiosa em todos os quesitos possíveis e imagináveis. Sempre há alguém para dizer que Homem e Mulher não vieram à essa existência para viverem sozinhos, até por que em outras existências não se dão notícias, somente suposições de amores eternos.
Contudo, na Sagrada Escritura está descrito que se unirão o homem e a mulher, e será uma só carne.  
Quem vai duvidar de um amor eterno?
Quando começa a vida social com todos os atrativos para uma vida agitada onde as amizades são diversas, os agitos intermináveis, as madrugadas badaladas, os gatinhos e as gatinhas disponíveis sem compromissos ou interesses comuns, e por aí vai.
Com o passar do tempo o trabalho e as exigências profissionais impedem o homem e à mulher de olharem em volta e enxergar o que realmente vale a pena. Tomadas de decisões, conquistas no mundo profissional e uma conta bancária satisfatória é o que importa. Uma fase da vida onde as conquistas pessoais estão totalmente desfocadas das conquistas emocionais.
Chega o momento em que o tempo, que acompanha o crescimento do homem e da mulher, os confronta com seus reflexos e eles percebem que algo está diferente, que falta alguma, que ficou um espaço vazio à preencher. Há quem diga que esses espaços vazios não passam de ilusões e por certo, há os casos em que devem ser mesmo.

E em meio às paixões conhecidas, quicá desconhecidas, homens e mulheres aprendem a arte de desapaixonar-se, tão complexa quanto a de apaixonar-se.

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