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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

GOTAS DE SOLIDÃO

Dentro da realidade e do conhecimento do ser humano a manifestação de sensações proporciona ao homem, a mulher ou qualquer animal, ainda que irracional a percepção de prazer ou dor.
No que diz respeito aos seres humanos, ditos racionais, a essência do universo em algum momento ou circunstancia, expressa essas sensações em forma de emoção, sentimento ou somente sensação a ser descrita como prazerosa ou angustiante, essa na presença da dor ou sofrimento.

A imagem de um botão de rosa vermelha vertendo gotas vivas colhidas por um cálice pode trazer várias emoções a quem observa e não se furta em admirar. Desde uma sensação de dor por uma perda até a magia que transformar tudo em  um vinho inebriante. O que poderia ser a expressão da dor passa a ter sabor.
Em algum lugar encontramos o registro de que a rosa é de longe a mais sofisticada das flores, uma obra de arte. D’outro lado encontramos poetas que declamam os encantos e semelhanças entre a mulher e a rosa.
E sendo assim, fica difícil não voltar no tempo e recordar a composição de Alfredo da Rocha Viana Filho, conhecido como Pixinguinha, “Rosa” ( Rosa – Marisa Monte) e ainda o também saudoso Cartola declamando “As Rosas não falam” ( As rosas não falam).

Gota de solidão vai buscar em algum lugar respostas para as ausências.

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